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  Após sete anos, Foz do Iguaçu registra caso de malária  
  Publicado em 9 de Maio de 2018  
 
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Após sete anos, Foz do Iguaçu registra caso de malária

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Por Francielly Azevedo - CBN Curitiba

 

 

A Secretaria Municipal de Saúde de Foz do Iguaçu, no Oeste do Paraná, confirmou nesta terça-feira um caso de malária contraída no município. Os últimos três casos autóctones tinham sido registrados em 2011. Segundo a Divisão de Vigilância Epidemiológica, o paciente é um agricultor de 51 anos. Ele sentiu os primeiros sintomas da doença, como febre, calafrios e dores no corpo no dia 5 de março. Três dias depois ele procurou atendimento médico em um hospital particular, onde ficou internado por oito dias, passando inclusive pela Unidade de Terapia Intensiva (UTI).

 

Após a confirmação da doença pelo hospital, o paciente fez o tratamento pelo Sistema Único de Saúde (SUS), que disponibiliza os medicamentos necessários.

 

A suspeita é que o agricultor tenha contraído a doença enquanto pescava na região do Porto de Areia, que fica às margens do Rio Iguaçu.

 

A Secretaria informou à Rádio CBN que o caso foi registrado e esteve sob investigação e só agora foi confirmado oficialmente. Além disso, equipes da Vigilância Epidemiológica e do Centro de Controle de Zoonoses fizeram uma busca ativa, tentando localizar potenciais criadores do mosquito transmissor da doença.

 

90 moradores da região também foram entrevistados, e destes, 21 disseram ter apresentado algum sintoma da doença. Exames devem confirmar se outras pessoas contraíram malária.

 

Os sintomas da malária são parecidos com os da dengue: febre alta, calafrios, palidez, cansaço, falta de apetite e dores na cabeça e em outras regiões do corpo.

 

A doença é transmitida pela fêmea do mosquito Anopheles, por transfusão de sangue contaminado, pela placenta da mãe para o feto ou por meio de seringas infectadas.

 

Ivana ressalta que a prevenção consiste em evitar picadas do mosquito.

 

A Secretaria também recomenda que é necessário evitar banhos lagos e rios ou expor-se a águas paradas ao anoitecer e ao amanhecer, já que o mosquito é silvestre e ataca com mais frequência nestes horários. De janeiro até agora, seis casos de malária foram notificados no município, mas apenas dois foram confirmados, sendo esse contraído pelo agricultor em Foz e outro importado da Amazônia. Em 2007, a cidade teve um surto da doença, com 44 casos positivos.

 

 
 
 
 
     
 

 
 
     
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