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  Tribunal do Júri condena mulher a 28 anos de prisão por homicídio de João Carlos Lopes em Campina da Lagoa  
  Publicado em 28 de Maio de 2026  
       
 

 
 
 
Tribunal do Júri condena mulher a 28 anos de prisão por homicídio de João Carlos Lopes em Campina da Lagoa

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

O Tribunal do Júri condenou nesta quarta-feira Priscila de Moura de Moraes pelo homicídio de João Carlos Lopes, crime que chocou a população de Campina da Lagoa em julho de 2025. A ré foi considerada culpada pelos jurados e teve a pena fixada em 28 anos de prisão.

 

 

O crime ocorreu na noite de 6 de julho de 2025, no bairro Jardim Santa Terezinha. Na ocasião, equipes da Polícia Militar realizavam patrulhamento quando foram abordadas por moradores da Rua Marechal Deodoro, que relataram a ocorrência de um possível homicídio em uma residência próxima.

 

 

Ao chegarem ao local, os policiais encontraram dificuldades para acessar o imóvel, já que a companheira da vítima se recusava a abrir o portão. Mesmo assim, a equipe conseguiu visualizar um homem caído nos fundos da residência. Diante da possibilidade de ainda haver chance de socorro, os policiais entraram no terreno e encontraram João Carlos Lopes já sem vida.

 

 

Inicialmente, a mulher afirmou que o companheiro teria sofrido uma queda em frente à casa e que ela o teria arrastado até os fundos do imóvel. No entanto, as circunstâncias levantaram suspeitas e deram início às investigações.

 

 

O local foi isolado para o trabalho da Polícia Civil e da Polícia Científica. Durante as diligências, surgiram informações de que a suspeita teria tentado se esconder na residência de um familiar após o ocorrido. Ela acabou detida e encaminhada para a Cadeia Pública, permanecendo à disposição da Justiça.

 

 

Após meses de investigação, produção de provas e tramitação processual, o caso foi submetido ao Tribunal do Júri. Os jurados acolheram a tese apresentada pela acusação e reconheceram a responsabilidade de Priscila de Moura de Moraes pela morte de João Carlos Lopes.

 

 

Com a condenação, a pena foi fixada em 28 anos de reclusão.

 
 
 
 
     
 

 
 
     
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