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  Segurança é preso por tráfico em Campo Mourão  
  Publicado em 6 de Janeiro de 2015  
       
 

 
 
 
Segurança é preso por tráfico em Campo Mourão

Fotos: Valter Velozo/Tribuna do Interior

 

 

 

 

 

Uma operação da Polícia Civil de Campo Mourão terminou com a prisão de um segurança da agência do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), com 175 gramas de crack no final da tarde desta segunda-feira (5) no Jardim Maria Barleta.

De acordo com informações do delegado chefe da 16ª Subdivisão Policial de Campo Mourão, Amir Roberto Salmen, que comandou a operação junto com a equipe de investigadores, a prisão aconteceu por volta das 17h50 no momento em que o acusado, identificado pelas iniciais A. B., 43 anos, estava se preparando para fazer a entrega da droga no bairro.

 

 

 

“Nós recebemos denúncias através do telefone 181 de que o segurança do INSS estava fazendo tráfico de drogas. Depois de uma investigação que teve início graças à ajuda da população, descobrimos que os bens dele eram incompatíveis com os valores que ele recebia”, disse o delegado. “A partir dai montamos uma investigação para poder averiguar a denúncia e nesta tarde obtivemos êxito em prendê-lo no momento em que ele estava levando a droga que estava embalada e pronta para a comercialização, emendou.

 

Segundo Salmen, o entorpecente estava escondido em baixo do banco do passageiro na frente do veículo, uma camionete S-10 com placas de Campo Mourão, que era usada para fazer a entrega da droga no município. O carro foi apreendido e vai ficar a disposição da Justiça. Ainda conforme o delegado, o que chama a atenção é que o traficante trabalhava ao lado da delegacia de polícia. “Os criminosos não têm mais respeito por nenhuma instituição, por isso que a gente age firme, dentro da lei”, frisou.

 

 

 

O acusado foi preso em flagrante e recolhido ao mini presídio. O inquérito deve durar cerca de 30 dias por se tratar de tráfico de drogas, em seguida o processo será encaminhado à Justiça. “Futuramente, com as provas que nós vamos carrear para os autos ele deverá ser condenado pela Justiça Criminal”, frisou Salmen.

 
 
 
 
     
 

 
 
     
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